quarta-feira, 21 de julho de 2010
As faces da fama
Observei, observei... E acabei chegando à uma conclusão. Situação não define o caráter e sim a reputação. Essa era a frase que eu precisava para definir o que eu andava pensando e que eu vi no twitter (@Sinceridades). Não sou santa, e nem quero que falem que eu sou. Todos cometem pecados, todos erram e falam besteiras. E eu sei muito bem o que eu faço, se é certo ou se é errado. Eu sei de tudo em mim, ou pelo menos acho que sei. Como se não bastasse, eu olho as pessoas ao meu redor e tiro meus próprios conceitos. Sim, precipitados, às vezes. Mas eu acredito muito em o que as pessoas falam é o que você faz. Existem raríssimas excessões. Não esqueçam desta última frase. Alguém fica com "faminha" pelo o que anda fazendo por aí, pelas suas "amizades de saídas", de como fica bêbado em todas as festas, de como sai beijando todos em algum lugar. Acho que a fama é você quem faz, só que os outros definem se é boa ou ruim. Eu me inspirei nesse assunto porque eu conversara hoje com minhas amigas e a mãe da minha amiga, de como as pessoas são e de como o status, popularidade pode mudar alguém ou a visão das pessoas. E quem com certeza acha que fazendo a fama deste jeito, esta consegue uma má reputação. Só para lembrar que amigos é uma forma de se isolar da sociedade, um conceito escrito pelo velho e bom Carlos Drummond de Andrade. E ele com certeza, não mente. Então, antes de fazer a fama, não confunda caráter e reputação. Cuidado.
Os Motores do Tempo
Minha avó sempre dizia que depois dos quinze, o tempo voava, passava rápido demais. E só aos catorze eu pude confirmar essa teoria. Na verdade, é nessa idade que o tempo está aquecendo os motores para os quinze. Eu confesso que o doce e o amargo aguçam mais meu paladar da vida, tudo é pouco ou é demais. É nesse tempo que eu preciso dosar minha emoção e minha razão sempre respeitando o meu jeito. As pessoas me vêem crescer por fora, mas eu vejo que cresci por dentro. Acredito que vou explodir de endorfina, vou reclamar, desobedecer. E é nessa idade que nós precisamos mais dos pais. Saber quem são nossos amigos. Nós falamos tanto de maturidade pensando que temos muita e tendo nem a metade! Precisamos de compreensão e de ajuda mais que nunca. Nós temos nossa própria tribo, nos excluímos à beira da real sociedade, idolatramos demais ou odiamos demais, sofremos demais de amor por não ter consiência de como estamos amando. O mundo é grande, roda gigante. Ele gira e à medida que isso acontece, o tempo não espera os que estão à flor da idade. Ele não tem dó, mas é sempre um tanto generoso e nos oferece os distintos sabores que a vida nos dá.
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